17
Mai
08

Luta contra o aumento dos combustíveis!

Vamos ficar de braços cruzados? Afinal…

1. Não podemos passar sem a utilização dos veículos a motor com que a sociedade tão habilmente nos muniu (seria um pouco como deixarmos também de utilizar telemóveis);
2. Não podemos controlar o aumento “imparável” do preço do crude (problemas de mercado, resultantes da oferta e da procura – nos dirão);
3. Não podemos esperar que o estado reduza a sua ALTISSIMA fonte de receita tributária resultante dos impostos sobre os produtos petrolíferos (não existe vontade política, deste modo os “priveligiados” que se movem em veículos a motor (afinal todos nós, mesmo os que andam de transportes públicos – irónico não é?) pagam a sua fatia da crise;
Então o que podemos nós fazer, para alterar esta situação?
Lutemos juntos:
1. Peço desculpa pela ideia não ser originalmente minha (ouvi algo parecido na rádio, mas não me lembro em que programa – detesto ficar com créditos que não mereço!);
2. Utilizemos os novos meios de informação para fazer chegar estas ideias a um maior número de pessoas. De preferência, conseguir também alguma difusão nos meios tradicionais de informação como a televisão e a rádio;
3. Tomar como posição de combate: NÃO ABASTECER COMBUSTÍVEIS NOS POSTOS GALP (por exemplo). Claro que se só existirem postos Galp na sua área, não se espera que não abasteça combustível – serão as excepções.
4. Só se voltará a abastecer nos postos Galp, quando estes baixarem 10 cêntimos o preço por litro. Porquê 10 cêntimos? Porque é o valor pelo qual os postos de alguns hipermercados conseguem vender. Ora se esses conseguem porque não os outros? Não estarão por certo a perder dinheiro!
5. A  Galp não demorará muito a ceder. Não imagino que mais do que duas semanas de prejuízos não os façam repensar a política de preços. De qualquer das maneiras, temos todo o tempo do mundo. Pois não se pediu às pessoas para não abastecerem, simplesmente que abasteçam num posto de outra companhia.
6. Isto é um ataque à Galp? Não! A Galp foi um exemplo! Além do mais, assim que a Galp ceder, o meu conselho é inverter a situação. A partir desse momento só se abastece na Galp (e nos postos dos hipermercados, origem dos preços mais baixos). Até que uma das outras companhias vendedoras de combustível baixe o preço em 5 cêntimos, por exemplo (em relação ao novo preço praticado pela Galp).
Daqui para a frente se verá. Se conseguirmos isto, talvez estejamos a voltar o bico ao prego. Finalmente, também nós (os clientes) teremos uma palavra no preço, e não somente o actual cartel de empresas de combustíveis. Afinal se essas companhias apresentam lucros fabulosos, é devido a clientes que eles deveriam respeitar e proteger.
Bom combate!
Passem a palavra, iniciem a onda (ou melhor o tsunami).
Ares, filho de Zeus

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